quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O Cemitério dos Anões - Marcos Mota

quarta-feira, 9 de novembro de 2016 0


“O problema todo com pessoas que se sentem como nós, diferentes, é que dificilmente encontram um equilíbrio, Rafan. Ou tentam subjugar os outros com mentiras e discrepâncias capazes de maquiar suas deficiências, aquilo que os destaca da multidão, só para se sentirem superiores, ou se fecham num universo de autocomiseração e ficam lambendo suas feridas – a maioria, mazelas mentais criadas por elas mesmas. (pág. 157-158)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O Mestre no Brasil e no Japão: reflexões sobre a valorização do Educador

sexta-feira, 14 de outubro de 2016 0


Durante a Copa do Mundo de 2014, a torcida japonesa teve uma atitude que impressionou (e envergonhou) os seus anfitriões: ao final dos jogos, os japoneses catavam todo o lixo deixado nas arquibancadas, e o faziam não por sentimento de obrigação ou coisa que o valha, mas por hábito, por consciência e, sobretudo, por educação.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

12 de outubro: dia para recordar...

quarta-feira, 12 de outubro de 2016 0




O dia de hoje me traz à memória boas e más lembranças, se é que se pode assim caracterizá-las. Das boas, tenho a ansiedade típica da infância pelo presente que, raramente, meus pais podiam comprar, e, quando podiam, geralmente me frustrava em demasiado, visto que “brinquedo de menino” comumente não estava entre as minhas preferências. No entanto, a despeito dessas frustrações características de uma criança que pouco ou nada compreendia do que se passava com ela, essa segue sendo uma boa lembrança. A infância, mesmo que permeada pela incompreensão e pelo medo, é sempre uma fase saudosa à qual a gente sempre quer voltar.

sábado, 8 de outubro de 2016

Arma de Vingança - Danilo Barbosa

sábado, 8 de outubro de 2016 0



“Fui extremamente fria. Como uma deusa da vingança, cruel e vingativa, passei por cima de todos que atravessaram meu caminho para conseguir castigar aqueles que me haviam feito sofrer. Cada doce carícia que dei a quem não merecia foi retribuída com sedutores toques manchados de sangue. Por isso, sem qualquer remorso, pense que estou ao seu lado, minha única testemunha, e direi, ao pé do seu ouvido: eu matei.” (p. 11)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Sobre a Miss Brasil, negritude e representtividade

sexta-feira, 7 de outubro de 2016 0



Há assuntos aos quais é sempre válido retornar, por mais que se saiba que nunca se pode alcançar a compreensão de quem está disposto a não entender. Não obstante, a construção de um mundo melhor para todos demanda persistência, paciência e amor. Assim sendo, embora eu não lecione atualmente, tentarei me utilizar da minha formação como professor e ser o mais didático possível na discussão deste tema. Assim sendo, voltemos à bela Raissa Santana.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Ensaio sobre a compaixão

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Deus Não Está Morto

segunda-feira, 5 de setembro de 2016 0


Título original: God's Not Dead
Ano: 2014
Direção: Harold Cronk
Roteiro: Hunter Dennis, Chuck Konzelman, CarySolomon
Gênero: Drama
Origem: Estados Unidos
Duração: 113 minutos
 

domingo, 26 de junho de 2016

1+1: a matemática do amor - Augusto Alvarenga e Vinícius Grossos

domingo, 26 de junho de 2016 0


“Eu me aproximei do Lucas, estreitando completamente a pouca distância que já existia. A respiração dele batia na altura do meu peito. Meus lábios estavam secos e minha mão suava. ‘Se eu pular, você pula comigo?’ O Lucas me olhou fundo nos olhos. ‘Sempre’ – ele respondeu, sem titubear. O Lucas era valente. Eu precisava ser também.” (pág. 155)

domingo, 12 de junho de 2016

O Enigma dos Dados - Marcos Mota

domingo, 12 de junho de 2016 0


“A feiura que, inicialmente, Isaac havia percebido em Perilato, Bernie, Leônidas e Antíquades acabaria desaparecendo com o tempo. Era sempre dessa forma que as coisas aconteciam. Quando se passa tempo com pessoas interessantes, que acabam sendo chamadas de amigos, nenhuma beleza fica vinculada à sua aparência.” (pág. 92)

sábado, 21 de maio de 2016

Estrela da Manhã - André Vianco

sábado, 21 de maio de 2016 0


“Rafael não sabia naquela época e nem agora que às vezes a distância chega e ela é, como Estrela da Manhã, um tipo de demônio que vai se infiltrando na família devagarzinho, de forma bastante silenciosa. A distância é um demônio que não tem cheiro nem volume, mas que também esfria o ar ao redor dos que são possuídos por sua presença e, quando os corações se dão conta, já estão duros ou doloridos demais para lutar. Refazer o caminho é um ato de fé. Reencontrar entes queridos e amigos da infância a um passo é um esforço que não deveria ter esse nome. Às vezes o demônio se vai, às vezes, não. Mas o fato é que, bem ou mal, Rafael os tinha ali, ao final do dia, quando chegavam de seus afazeres do mundo e, dentro de casa, queriam continuar lá fora, com suas mentes plugadas no que tinham vivido e ouvido e pouco se importavam com os que estavam no entorno, dentro das paredes físicas do lar. Comida congelada girando no micro-ondas e as falas monótonas da novela das nove grasnando na TV.” (p. 220-221)

sábado, 30 de abril de 2016

Desafios do Amor - Thaís Silveira Venzel

sábado, 30 de abril de 2016 0


O primeiro romance voltado para o público adolescente que li, se bem me lembro, foi Ana e Pedro – Cartas, de Vivina de Assis Viana e Ronald Claver. A este, se seguiram o maravilhoso A marca de uma lágrima, de Pedro Bandeira, O Marido da Mãe, de Maria do Carmo Brandão, e O Primeiro Beijo, de Marcia Kupstas. Todos eles, pendendo mais ou menos para a realidade dos adolescentes, traziam consigo o compromisso de fazer de si um reflexo dos conflitos comumente experimentados pelos jovens. O que não é diferente em se tratando de Desafios do Amor, de Thaís Silveira Venzel, o qual tive agora a oportunidade de ler não como adolescente, mas com deleite equivalente ao que eu teria se o fosse.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O Filho do Coveiro - Marcos Mota

segunda-feira, 25 de abril de 2016 0


“Ninguém gosta de pensar na morte, o que vem a ser uma ironia e uma incoerência, visto que sua certeza é uma das poucas verdades que todo ser humano irá encontrar num breve piscar de olhos. Ela é implacável, como dizem, inflexível, rigorosa e surpreendente. Reduz-nos a um conto ligeiro, na maioria das vezes esquecido pela posteridade.” (pág. 17)
 
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